Carlos
Alberto de Faria, com mais de 30 anos de experiência
profissional, atuou em diversas áreas, incluindo
desde a experiência de gestão e liderança
de 1200 empregados como Superintendente a gerente do Departamento
de Planejamento Mercadológico da Telecomunicações
do Paraná S.A. Ele logo aprendeu que os equipamentos
eram fáceis de serem entendidos e que os problemas,
freqüentemente, localizavam-se em frente aos equipamentos:
as pessoas. Ele iniciou suas atividades como professor de
eletrônica para escola técnica e de matemática
para engenheiros.
A
habilidade com a matemática na juventude, levou Carlos
à engenharia - formando-se pelo ITA em 1972 - , sua
experiência profissional trouxe-o às pessoas.
Autodidata, "rato de biblioteca" e de espírito
inquieto, gosta da experimentação com resultados.
Sua vocação para lidar e tratar com pessoas
levou-o a assumir cargos de liderança onde se evidenciou
sua marcante característica de organização
de equipes, facilitando o crescimento das pessoas e, como
conseqüência, os sucessos obtidos. Nesta época
criou um paradoxo da liderança: o líder mostra
sua efetividade quando se torna desnecessário. Era
o início do que hoje se chama equipes auto-gerenciadas.
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Aracelli
Robine tem mais de 25 anos de experiência na área de educação
e treinamento, atuando como professora e pedagoga.
Suas
ações estão voltadas para a prática educacional que coloca
o domínio afetivo como pré-condição para o desenvolvimento
dos domínios psicomotor e cognitivo. Sua prática tem provado
esta precedência. Antônio Damásio, chefe do Departamento
de Neurocirurgia da Universidade de Yowa, em seu livro "O
Erro de Descartes", diz algo semelhante: existo e sinto,
logo penso! O sentimento precede a lógica e esta, sem aquele,
não tem utilidade, a nada se presta.
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