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| CARLOS
ALBERTO DE FARIA
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BOLETIM
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OUTRO MAU EXEMPLO
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A vida bem preenchida
torna-se longa.
Leonardo da Vinci
Cá estou
eu, novamente, expondo mais um fato ocorrido comigo, cliente
de um conhecido banco do Brasil. O começo dessa história
real, vivida por mim, você
encontra aqui.
Este é outro fato, diferente daquele apresentado a semana
passada, mas com o mesmo banco.
Vamos ao fato:
1. Como há filas nos terminais de auto-atendimento do posto
do banco, aqui em nosso pequeno município, e precisando
pagar um imposto, deixei para o final do expediente, pois
o banco cerra suas portas, inclusive para o auto-atendimento,
às 18,00 horas.
2. Moro perto do posto bancário, e às 17,40 horas da sexta-feira
retrasada, dirigi-me, a pé, a
este posto.
3. Lá chegando, por volta das 17,50 horas, noto, ao lado
do posto, o segurança do banco entrando em
seu Uno preto.
4. Tento abrir a fechadura da porta e ela está trancada.
5. Olho para o segurança e este me sorri. Deboche? Ele nada
fala e vai embora.
6. Mais uma vez, inconformado, passo na papelaria, ao lado
do posto bancário, e confirmo com as atendentes e a proprietária,
Neusa, minha conhecida, o horário: todas afirmam, são menos
do que 18,00 horas.
7. Em seguida, retornando, passo na Câmara de Vereadores, falo com a secretária Dorotea, que também confirma não termos atingido as
18,00 horas.
8. Chego em casa e me dirijo ao SAC, onde protocolo a minha
reclamação, indignado.
9. Na segunda-feira, ligo para a agência, peço para falar
com a gerente, exponho o ocorrido e reclamo do segurança
que saiu antes do horário.
10. Para minha surpresa, a gerente diz que a responsabilidade
não é do segurança, ela é quem foi responsável, pois teve
uma emergência particular e resolveu fechar o posto antes
do encerramento do expediente.
11. Simplesmente desculpou-se, disse que eu posso ser atendido
pelo terminal de auto-atendimento que há depois de um morro,
e que nada mais poderia fazer. Ir até esse outro terminal
dá para ir, mas a pé, chegaremos suados e cansados do outro
lado do morro...
Eu, por necessidade, retornei na 2º feira, e fiz o pagamento.
12. Hoje, pois tenho que dar um tempo para que a reclamação
baixe, dirigi-me ao SAC para saber o nº do protocolo, e
tomo conhecimento que a gerente informou que, por motivo
de emergência, naquele dia, o expediente terminou antes.
13. O SAC simplesmente encerrou a minha reclamação com a
gerente informando que isso não mais ocorrerá.
14. O referido banco, na pessoa dos seus
empregados, sugiro devam deve responder à seguinte
pergunta, novamente:
- “A quem servimos, aos clientes ou a nós,
empregados?”
A resposta
dada, na prática, mais uma vez, pois somada ao descalabro
apontado na semana passada,
é que é aos empregados.
Novamente, os clientes, ora, os clientes...
15. Tento, hoje, 03.11.2009, desde as 10,00 horas, entrar
em contato com a Ouvidoria do banco. O sistema está com
problemas... Fiz no mínimo 5 tentativas!!! Informa, algumas
vezes, quando não cai direto, que por problemas técnicos
minha chamada não foi completada.
17. Finalmente às 12,00 horas consigo contato e reabro a
minha reclamação. A atendente informa não haver problema
com o atendimento da Ouvidoria.
18. Solicito que as palavras corporativismo, falta
de responsabilidade e falta de competência sejam incluídas
na minha queixa.
19. Problemas particulares devem ser resolvidos durante
o expediente bancário, onde há outras pessoas que possam
assumir o cargo de quem sai, nos momentos de emergência.
20. Os clientes, como eu, querem saber se o banco é responsável
pelo atendimento a eles, clientes. Ou a prioridade
é o atendimento aos empregados? Até onde o banco é competente
e responsável para atender nos horários em que diz
estar atendendo?
21. Será que também há, nesse banco, protegidos? Ou os empregados
se protegem uns aos outros, numa atitude corporativa? O
que faz com que uma reclamação desse porte seja, simplesmente,
fechada pelo SAC, como algo normal, sem maiores explicações
aos seus clientes?
Seriedade e responsabilidade somente com os compromissos
e emergências dos empregados???
22. Será que esse banco sabe que existe serviço
de recuperação? Ou eles nem estão aí?
Leia:
ERREI! E Agora?
ERRAR É HUMANO, MAS...
SERVIÇOS: As Expectativas
Dos Clientes
O que
a sua empresa, faz com os seus clientes? Os erros e falhas
dos empregados são usados para melhorar o atendimento ao
cliente, ou para justificar e acertar “as coisas” internamente,
deixando tudo como está?
Essa pode ser a diferença entre:
- perseguir o sucesso e aprender como tempo,
e
- o fracasso, travestido de falta de confiança, de descrédito.
Cuide
bem do seu cliente. É através de dele que você obtém compras,
compras repetidas, e a mais produtiva e barata propaganda,
a propaganda boca a boca. É através dessa
mesma boca que o cliente expõe ao público
as sus mazelas, tal como eu faço neste momento.
Caso você cuide mal do seu cliente, ele fala mal da sua
empresa e diz isso para um bando de pessoas, assim como
eu fiz agora e na semana passada, para mais de 11.000 pessoas.
O que você quer para a sua empresa? Clientes encantados
ou clientes insatisfeitos?
Algumas
palavras e frases para você pensar sobre a sua empresa,
com a ajuda da Maristela Matos, do Espírito Santo, que me
relata fato semelhante ocorrido com ela:
- desrespeito ao cliente;
- diferenciação;
- fidelização de clientes;
- despreparo;
- descaso;
- visão unilateral "que se basta" do próprio e "belo"
umbigo;
- arrogância;
- serviço de qualidade;
- tiro no próprio pé;
- excelência nos serviços.
A sua
empresa sabe o que quer dizer cada uma das frases e conceitos
acima, ou age feito o banco???
Muito
bem, após sucessivas idas e vindas na Ouvidoria desse
banco, eles quiSeram encerrar minha reclamação
dizendo que, oportunamente, colocariam mais terminais de
auto-atendimento e uma porta que garantisse o acesso fora
do expediente bancário, já que a temporada
se aproximava.
Oportunamente,
urgente, tão logo quanto posível, são
frases de empresas ou empregados que não querem se
comprometer.
Eu não aceitei e perguntei quanto tempo o banco demorava
para instalar uma nova porta, ou uma simples fechadura.
Se havia alguém no banco com responsabilidade suficiente
para informar um prazo, de 1 dia, de 10 dias, 100 dias ou
1.000 dias.
Eles tentavam fechar a minha reclamação, sem
prestar os esclarecimentos esperados de uma Ouvidoria que
se preze, sem algo que os comprometa com tempo.
Depois de algumas tentativas desse fechamento sem compromisso,
eu solicitei à pessoa se havia alguém competente,
capaz e responsável, nesse banco, de prestar uma
informação de qualidade, que diga ao cliente
o que ele pode esperar, objetivamente, do banco.
Finalmente
veio a informação de que na temporada a fechadura
do porta estaria funcionando.
A temporada aqui começa dia 26 de dezembro.
A temporada começou e a fechadura não foi
instalada...
A bendita fechadura somente foi instalada lá pelo
dia 10.01.2010.
Qual é a sua opinião aobre a competência
desse banco?
Qual é a sua opinião sobre a responsabilidade
que os empregados desse banco, assumem, frente aos clientes?
Para encerrar com chave de ouro, quando dessa minha indignação,
numa das vezes que a gerente aqui do posto veio encerrar
a reclamação, sem prestar uma informação
de qualidade, uma informação pedida e devida
ao cliente, esta manifestou que se eu estivesse insatisfeito,
havia outros bancos onde eu poderia abrir uma conta...
A gente morre e não ouve tudo... Quer dizer:
- o banco erra,
- não informa corretamente,
- quem procura ser bem atendido, procura a Ouvidoria,
e encontra um serviço de defesa do banco;
-
o cliente, ora o cliente ...
- o banco não fornece informações objetivas,
- quando as forneceu, não as cumpriu, ou cumpriu
fora do prazo (+15 dias);
- os terminais de auto-atendimento da agência, às
9,00 horas da manhã, em plena temporada, não
tinham mais dinheiro para saque, pois o pessoal do banco
somente após o início do expediente é
que recarrega esses terminais, fazendo com que se forme
uma fila enorme no banco;
- eu sugeri à gerente que um funcionário entrasse
antes e abastecesse os terminais, pois a cidade fica com
mais de 100.000 habitantes -, que não gostam de esperar
até as 10,30 horas, para que eles abasteçam
os terminais com os recursos buscados pelos turistas e habitantes;
e
ao cliente, eu, que busca ser bem atendido, que deveria
ser agradecido, pois apontei falhas gritantes de atendimento
nos três níveis: agência, SAC e Ouvidoria,
que são oportunidades de melhoria, desde que analisadas
por pessoas sérias, competentes e comprometidas com
o bom atenmdimento ao público, é-me sugerido
mudar de banco...
Finalmente encontramos um banco no Brasil que não
precisa de clientes, os empregados se bastam... Eles parecem
felizes, até que esse tal de cliente venha reclamar
atendimentos profissionais...
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atendimento das necessidades dos clientes? A Merkatus pode
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Carlos Alberto de Faria
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