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| CARLOS
ALBERTO DE FARIA
apresenta: |
BOLETIM
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PREÇO
ALTO ASSUSTA? |
Quando
você chegar no fim de sua corda,
dê um nó e se segure.
Franklin Roosevelt
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Resumo:
Você tem dificuldade de entender como os seus clientes analisam
e percebem os preços das suas ofertas?
Como a estabelecer relações de troca ganha-ganha com os seus clientes?
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Vamos contar duas histórias:
1º História
Um joalheiro, em sua viagem à Índia, encontrou umas
jóias muito bonitas, com um design sofisticado e único,
a um preço extremamente em conta.
Analisou detidamente as jóias, certificou-se que as jóias
eram realmente de boa procedência e, maravilhado com a exclusividade
do design, arrematou um lote, e o levou aos EUA, onde era
sua loja de jóias, especializada em atender um público classe
A.
Chegando lá colocou a sua margem de lucro e, dada a exclusividade
e novidade das jóias, esperava vender como água.
Não foi o que aconteceu. As pessoas se interessavam, olhavam,
mas não compravam.
Assim se passaram alguns meses, e as jóias, realmente muito
bonitas, ficaram encalhadas.
O joalheiro, saindo em viagem, falando com o gerente da
loja, disse:
- “Olha, já que essas jóias não saem, vamos
dobrar a oferta.”
Sua intenção era vender duas, pelo preço de
uma. O gerente entendeu que era para dobrar o preço.
Voltando da viagem, ele notou que as jóias haviam sido bem
vendidas e, conversando com o gerente, descobriu a falha
de comunicação havida, e a reação dos seus clientes, frente
à oferta com preço dobrado.
O que aconteceu na realidade, sob o ponto de vista dos clientes
classe A, era que jóias tão bonitas e elaboradas como aquelas,
pelo preço praticado inicialmente, não poderiam ser jóias
de qualidade.
Os clientes sofisticados da loja recusavam-se a comprar
algo, que o preço lhes indicava ser de baixa qualidade,
embora fosse de altíssima qualidade.
Este é mais uma das provas de que preço é tido e havido
como indicador da qualidade do que se está vendendo.
Este história é contada pelo Robert Cialdini,
em um dos seus livros.
2º História
As empresas de telefonia do Chile, após a desregulamentação,
entraram em uma competição feroz por preços. Rapidamente
todas entram em uma roda viva na qual não havia saída viável
e possível.
Quando as empresas competem por preço, a primeira impressão
que fica é que todas são iguais, o que varia é o preço.
E o preço mais barato fica com a demanda.
Nestes casos não se tenta diferenciar a oferta, em algo
que busque a qualidade, sob o ponto de vista do cliente.
A percepção da qualidade ficou restrita ao preço, por incompetência
das próprias operadoras de telefonia.
Esta visão míope é estancada pela realidade financeira dos
fatos: numa briga por preço todos vão à falência, a médio
ou longo prazo.
Como os princípios da persuasão podem explicar estas duas
histórias?
O interessante é que o princípio da raridade explica estes
dois casos que, inicialmente, aparentam estar em pontos
opostos ou distantes.
O princípio da raridade diz que o que é raro é valorizado,
e é caro.
As jóias indianas irradiavam beleza, mostravam a sua raridade.
Ao mesmo tempo o preço inicial indicava acessibilidade a
uma beleza real que não poderia custar tão pouco, na percepção
dos clientes da loja. E se custava tão pouco era porque
não tinha qualidade.
Ninguém comprava, pois usar uma jóia tão bonita, mas tão
barata, não distinguiria a pessoa que a adquiriu, não lhe
conferiria o status que tanto o cliente classe
A busca, quando compra uma jóia cara.
O caso da empresas de telefonia, brigando pelo preço, igualaram
suas ofertas.Não existiam diferenciais, não existia nada
diferente entre as empresas e suas ofertas. As ofertas eram
igualadas pelo preço baixo, que baixava mais a cada dia.
O recado transmitido pelas empresas, que aceitaram entrar
nessa briga por preços, neste caso, era que serviços de
telefonia eram todos iguais, e o cliente tinha mesmo é que
procurar o preço menor.
Neste caso da telefonia foi a ausência total de raridade,
é o serviço transformado e igualado a sal de cozinha, algo
comum, e que tanto faz você comprar este ou aquele, pois
indiferentes. O que importava é o preço menor.
Note que o mesmo princípio da persuasão foi aplicado, em
ambos os casos, erradamente, a princípio, em mercados completamente
diferentes e distantes, com resultados indesejados.
Leia os artigos sobre persuasão:
A ARTE DA PERSUASÃO (I)
A ARTE DA PERSUASÃO (II)
A ARTE DA PERSUASÃO (III)
Recentemente,
conversando com um cliente de uma empresa de informática,
que nos procurou, pois queria aumentar o seu número de clientes,
eu lhe falava sobre construir uma oferta superior à dos
seus concorrentes.
Ele, de pronto e automaticamente, me falou que o preço que
ele praticava era o menor do mercado. Ele realmente entendia
que o preço era a sua oferta.
A oferta da sua empresa não é somente preço, embora este
faça parte da sua oferta.
A oferta da sua empresa é bem mais do que o preço. Muito
embora o preço possa ser um indicativo da qualidade dos
serviços que a sua empresa oferece
Leia os artigos:
RELEVÂNCIA
RECONHECIMENTO,
VANTAGEM COMPETITIVA:
O Que E Como?
que
podem lhe sugerir algo sobre como entregar mais do que preço.
Aliás, entregar algo mais do que preço, significa entrar
na competição. Ainda não significa sucesso, significa tão
somente o início da competição.
Sua empresa compete em preço ou em qualidade, qualidade
que o seu mercado busca e quer?
Na competição pelo mercado a sua empresa deve estabelecer
uma relação de troca com os seus clientes, de tal forma
que você entrega valor e recebe valor:
- valor, sob a ótica do seu cliente, pela qualidade
que ele busca, quer e está disposto a pagar, e que ele encontra
na sua oferta; e
- valor você captura no mercado, já que este busca algo
que a sua oferta lhe entrega, sob a forma do preço que você
pratica.
Note
que esta relação de troca pode – e deve - se transformar
em um relacionamento comercial, de preferência duradouro.
Aliás, esse deve ser o seu propósito, pois compras repetidas
são mais lucrativas para ambos os lados, mas isso depende
da sua empresa efetivamente estabelecer um relacionamento
com o s seus clientes.
Leia, atentamente, o artigo abaixo, para entender as relações
de troca que fomentam e mantém relacionamentos ganha-ganha,
de amizade, afetivos ou comerciais:
RELACIONAMENTOS.
Sua
empresa oferta tão somente preços?
Sua empresa conhece o que o seu cliente quer, e isso dirige
a sua oferta?
Como a sua empresa age no mercado para capturar o valor
que o mercado busca e quer?
Se sua empresa precisa saber como fazer para capturar o
valor que o mercado busca e quer pagar por isso, a Merkatus
pode ajudá-lo. Contate-nos, sem compromisso.
Ou consulte mais sobre os nossos serviços na página PERGUNTAS E RESPOSTAS
:
Construamos uma
ótima semana.
Carlos
Alberto de Faria
Merkatus - Ajudando nossos clientes
a atrair clientes
Merkatus ONLINE: Resolvendo os seus problemas
à distância
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Nós teremos o prazer de atendê-lo, caso você queira saber
mais sobre estas e outras estratégias de marketing de serviços,
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de mais e melhores clientes certos, a conformidade do
que produzem ou fazem à demanda do seu mercado, a aproximação
de interesses convergentes entre a demanda e a oferta,
dentro da área de serviços. É nosso intuito promover
o desenvolvimento pessoal e aprimorar as relações comerciais
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