Estas
duas barreiras são bastante comuns, mas não
estamos querendo nos insurgir contra nenhuma classe, muito
pelo contrário, nosso objetivo é sugerir e
mostrar que a razão não está nem com
este nem com aquele, mas que é necessário
um trabalho em conjunto para se obter resultados que podem
significar sucesso do trabalho em equipe.
O
pessoal de desenvolvimento de TI ou os "web designers"
tem a tendência de utilizar as ferramentas para mostrar
a potencialidade dessas ferramentas e a sua capacidade de
criação em cima desse conjunto excepcional
de softwares colocados a disposição dessa
categoria. Cada vez mais se descortina imensas e belíssimas
possibilidades de criação. A imaginação
é o limite.
Há
que se fazer um reconhecimento: os "web-designers"
foram treinados, e a sua experiência lhes deu um olho
clínico para entregar páginas na Internet
e estruturas de e-mails que têm aparências excelentes.
O que as empresas buscam, na realidade, pode ser algo um
pouco diferente: elas não querem páginas que
sejam ótimas na aparência, elas querem páginas
que lhe tragam mais contatos, mais e melhores clientes,
páginas que facilitem mais e melhores negócios.
Mas nem todo dono de empresa sabe disso...
Jacob Nielsen, uma das maiores autoridades mundiais em vendas
pela Internet, tem um sítio da Internet que eu recomendo
que você dê uma olhada, e compare com o que
existe no mercado. Para ver, clique
aqui, e fique pasmo!
Por
sua vez, o pessoal de marketing diz que venda não
é marketing. Antigamente marketing era o que se fazia
antes da venda para facilitá-la. Passou-se então
ao marketing de relacionamento, e marketing foi, durante
um bom tempo, aquilo que se faz antes e depois das vendas
para facilitar as compras e as compras futuras.
Hoje,
temos que marketing é o que se faz antes, durante
e depois da vendas para que se obtenha mais e melhores negócios,
sempre. A frase, que mais se adapta hoje, é: marketing
não é só venda. Assim como marketing
não é só publicidade, mas é
também publicidade e propaganda.
Marketing
é o que se faz antes, durante e depois da venda,
para maximizar vendas futuras e referências positivas.
A
presença da sua empresa na Internet pode e deve ser
uma ferramenta ou um processo de ajuda e identificação
de clientes potenciais, e não somente uma presença
institucional.
A
Internet é uma ferramenta que pode diminuir o tempo
de conversão, colocar clientes potenciais, invisíveis
pelo seu esquema de prospecção, como clientes
potenciais, e facilitar a sua aproximação
com toda a espécie de clientes que sejam atendidos
pela sua oferta.
Lembre-se:
o "site" da sua empresa ou quer vender
ou quer facilitar a venda.
Vamos
a algumas dicas práticas a respeito do conteúdo
do "site" da sua empresa na Internet:
- 1º Dica:
O conteúdo deve ser dirigido aos seus clientes, não
à sua empresa.
Você
deve focar o conteúdo do "site" da sua
empresa nos problemas e nas necessidades do seu cliente,
nos benefícios que os seus clientes potenciais encontram
na sua oferta. Evite falar o que sua empresa faz, e como
vocês executam os seus serviços.
Faça
uma conta simples: conte o número de vezes que as
palavras "nós", "nossos" e "nossas"
estão presentes no seu "site".
Faça
o mesmo com relação à conversa que
deve ser mantida com o seu cliente, contando "você",
"seu", "sua", e os nomes dos ramos de
atividades dos seus clientes potenciais, sempre que estes
estiverem referindo-se aos seus clientes.
A
sua empresa - e o seu "site" - precisam ser "sem
ego", precisam ser e estar centrados nos seus clientes,
portanto a segunda contagem precisa ser maior, bem maior.
- 2º Dica:
Obtenha a ATENÇÃO do seu cliente potencial.
Segundo
pesquisas feitas sobre a ATENÇÃO na Internet,
o seu "site", a página inicial do seu "site"
tem 8 segundos para capturar a atenção do
seu cliente potencial. Estão nestes 8 segundos a
sua oportunidade de trazer o seu cliente potencial para
dentro do seu "site", para iniciar um possível
processo de compra e venda.
Os
seus concorrentes estão à distância
de um "clique" da sua página. Portanto
resta ao seu "site" ou capturar a atenção
ou capturar a atenção. Já!
Evite
aberturas cinematográficas, rebuscadas. Quem está
à procura de negócios e de soluções
para os seus problemas, quer uma comunicação
direta e clara, objetiva. Não quer ver "shows".
Pense como você agiria se estivesse à procura
de soluções, fosse visitar um "site"
e encontra-se um "show" pirotécnico.
A
oportunidade de captura da atenção é
dada pela percepção que os seus clientes potenciais
se o seu conteúdo apresentado - a sua "conversa"
na Internet - atende os seus - dele, do seu cliente potencial
- interesses, necessidades e soluções buscadas.
Em 8 segundos!
Você
tem que responder a estas necessidades, de forma clara,
objetiva e rápida. Na Internet tudo funciona muito,
mas muito mais rápido. E cada passo, cada clique
pode representar um degrau. Cada degrau uma taxa de mortalidade
de seus clientes potenciais.
-
3º Dica:
Certo é tudo aquilo que dá resultados esperados
e desejados.
Faça
testes com a sua página inicial, veja que tipo de
clientes potenciais ela está conseguindo capturar
a atenção e quais não.
Promova melhorias e adaptações e teste novamente.
"Achismos" só sobrevivem ao teste da realidade:
dá melhores resultados ou não?
O
certo - também na Internet - é aquilo que
dá o resultado esperado, dentro da ética e
dos bons costumes.
Teste
todas as páginas e verifique quais estão fazendo
o seu cliente potencial abandonar. O seu "site"
tem que sustentar a atenção do seu cliente
potencial durante a navegação pelo seu ciberespaço.
Que tal o seu cliente potencial estar sempre a 3 cliques
da comunicação com sua empresa?
A
manutenção da atenção poderia
ser chamada de cativar, criar o interesse, mas isso fica
para a próxima semana.
Leia a continuação
deste Boletim.
Se
a sua empresa precisa de um "site" que ajude o
seu processo de aproximação com os seus clientes
potenciais, ou ainda melhorar o desempenho do seu "site"
na captura de clientes potenciais, a Merkatus pode ajudá-lo.
Contate-nos
diretamente, ou ainda leia a página PERGUNTAS E RESPOSTAS
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